"E se..." Realmente há tantos "se", que já não sei bem, para onde me virar. Tanto plano para fazer, tanto gasto a fazer, tantas decisões a tomar. O "se" é uma constante da vida do ser humano. Se calhar é algo que está entranhado e é preciso garra, para passar de "se", para a acção.
"Acção" palavra dita para começar a gravar uma cena. Ora é mais que verdade, a nossa vida, é um filme em que nós somos o director, o realizador, o argumentista, o actor... e toda a equipa de montagem. Os outros? Os outros, são as personagens secundárias, que são precisas para que possamos ser o principal. Também há Oscares para as personagens secundárias. Daí termos de dar prioridades correctas, às pessoas. Somos nós que escolhemos que personagens vão entrar no filme. Acção!
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Erros
Sinto que todos podem errar. Qualquer mente pode errar e quanto mais aberta é... Quanto mais pura é, erra crassamente. Há lamentações a fazer, sem qualquer dúvida. As palavras saem e não são pensadas. Não são cuidadas como deveriam ser. Não consigo ser linear no conteúdo do meu palavreado porque, a minha mente está ligada ao verdadeiro pensamento e não ao cuidado que as palavras devem ter. Escuso-me de não ser sincero. Poderia não ser... Mas ganho alguma coisa?
Há errar e errar. Erro de ingenuidade e erro com intenção.
Erro. Erro. Erro. Acho que a continuar assim, a humanidade, vai ter um grande ecrã azul e termina num "Error 404 - Not Found".
Há errar e errar. Erro de ingenuidade e erro com intenção.
Erro. Erro. Erro. Acho que a continuar assim, a humanidade, vai ter um grande ecrã azul e termina num "Error 404 - Not Found".
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Luta, luta.
Mais uma vez tenho de escrever. Tenho de libertar, o que me flui e o que me aperta a cabeça, com tanta informação que me faz pesar e pensar. Estou estrangulado no meio de tanta veículo informativo. Seja da comunicação social, a tecnologia, do trabalho e de tudo o que me faça crescer o cérebro. Por vezes, já não sei para onde me devo virar. Desejo tanto tudo, que me faz querer um grande nada.
Sinto a crise a atacar-me como a tantas outras pessoas, seja pelo dinheiro, seja pelos valores, seja pelos conceitos e preconceitos que vão sendo criados na minha mente. Quero ter várias coisas, que pouca importância tem para a vida. Futilidades. Não é isso que criticamos dos outros? Bom, vai sendo altura de mudar o meu pensamento e desbloquear os meus desejos, para coisas que realmente vou precisar. É preciso lutar pela vida. Vai ser preciso também lutar pelos outros, tal como desejariamos, que lutassem pelos nossos direitos.
Sinto a crise a atacar-me como a tantas outras pessoas, seja pelo dinheiro, seja pelos valores, seja pelos conceitos e preconceitos que vão sendo criados na minha mente. Quero ter várias coisas, que pouca importância tem para a vida. Futilidades. Não é isso que criticamos dos outros? Bom, vai sendo altura de mudar o meu pensamento e desbloquear os meus desejos, para coisas que realmente vou precisar. É preciso lutar pela vida. Vai ser preciso também lutar pelos outros, tal como desejariamos, que lutassem pelos nossos direitos.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Abraço
E se de repente dissesse tudo o que tinha a dizer? Sairia tudo descontrolado e descompensado. Nem sempre é bom pensar demais, mas também não se pode pensar pouco, senão as ideias quentes, saem e explodem. Afirmo que a vida, é apenas um reflexo das nossas acções, e que dela também se constrói coisas, mesmo quando decidimos não fazer nada. E há pior acção que não fazer nada? Creio que é apenas um reflexo morto. Uma fotografia sem sentido. Há que dar uma ligeireza à vida, rumar e remar. Há que ter fé mesmo quando não é por ela que nos guiamos. Há que procurar a perfeição sem realmente a procurar.
Há artes que nos levam a pensar que a perfeição até existe. Todos vêem de formas diferentes e é isso que amplifica a arte. Somente não sei por onde me hei-de guiar. Por isso, tendo a guiar-me pelo coração. Diz-me aquilo que apenas eu sei. Aquilo que eu sinto. Dá respostas sinceras e directas, sem objectivos. Prefiro ser brusco e apaixonado. Prefiro fazer arder o que me envolve, do que gelar e parar a montanha de emoções. É por isso que me abraço. Que te abraço. Sentirás a arte de um bater sincero.
Há artes que nos levam a pensar que a perfeição até existe. Todos vêem de formas diferentes e é isso que amplifica a arte. Somente não sei por onde me hei-de guiar. Por isso, tendo a guiar-me pelo coração. Diz-me aquilo que apenas eu sei. Aquilo que eu sinto. Dá respostas sinceras e directas, sem objectivos. Prefiro ser brusco e apaixonado. Prefiro fazer arder o que me envolve, do que gelar e parar a montanha de emoções. É por isso que me abraço. Que te abraço. Sentirás a arte de um bater sincero.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Pontas
Simplesmente apetece-me escrever. Não sei do que me apetece escrever mas, apetece-me dizer barbaridades soltas e sem qualquer nexo. Sonho que um dia posso fazer muitas coisas e até agora nada fiz. Apenas penso e repenso como o fazer. Quero-me soltar e motivar. Perco-me pelos vários caminhos que percorro. Exaspero.
Da minha mente saltam várias visões que são oportunas e inoportunas. São lapsos e correcções do que melhor posso fazer. Sinto um certo incómodo desta repentina veia que me apertou, e que me quer fluir, sem pensar nas consequências. Gasto energia em forma vã. Assim como nesta escrita que é pouco inteligente mas que acerta na mouche em algumas pontas soltas. Sinto exactamente isso. Tudo é solto e volta a ser solto mesmo que pegue na outra ponta. Fica sempre a sobrar uma, a da minha mente.
Quero berrar! Soltar um grito que não sai há muito tempo. Mexer em consciências e apontar tudo o que há a apontar. De repente, sinto-me preso. Existe possibilidade de tudo mudar. Ou então esperar que mude. Ou então realmente nada vai mudar, até notarem, que é preciso mudar tudo de novo.
Da minha mente saltam várias visões que são oportunas e inoportunas. São lapsos e correcções do que melhor posso fazer. Sinto um certo incómodo desta repentina veia que me apertou, e que me quer fluir, sem pensar nas consequências. Gasto energia em forma vã. Assim como nesta escrita que é pouco inteligente mas que acerta na mouche em algumas pontas soltas. Sinto exactamente isso. Tudo é solto e volta a ser solto mesmo que pegue na outra ponta. Fica sempre a sobrar uma, a da minha mente.
Quero berrar! Soltar um grito que não sai há muito tempo. Mexer em consciências e apontar tudo o que há a apontar. De repente, sinto-me preso. Existe possibilidade de tudo mudar. Ou então esperar que mude. Ou então realmente nada vai mudar, até notarem, que é preciso mudar tudo de novo.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Das Mentes
É realmente das mentes, que nascem as ideias do Homem. Serão por vezes brilhantes, por vezes obscuras, por vezes simples ou mesmo até complicadas. São percussões da vida. São toques radiantes do pensamento, ou então, apenas uma luz negra que percorre o escuro do pensamento.
Sábias foram as palavras de muitos. Erradas também. Decisões que mudaram o mundo, tal e qual como está.
As palavras, são capazes de mudar tudo.
Sábias foram as palavras de muitos. Erradas também. Decisões que mudaram o mundo, tal e qual como está.
As palavras, são capazes de mudar tudo.
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